quarta-feira, 10 de agosto de 2011

A PACIÊNCIA TEM LIMITES

TODOS OS SERES HUMANOS têm o seu tempo para suportar os acontecimentos com que se defrontam, quer directamnente quer por via das notícias que chegam cada vez com mais frequência e mais causadores de ultrapassarem os limites da paciência e do suporte que se vai gastando.
O que se passa actualmente no mundo inteiro e até na velha Inglaterra em que se tem conhecimento das barbaridades que alumas massas populacionais provocam, ao ponto de serem cometidos graves actos que só com uma mão pesada da Justiça é que poderá servir de exemplo para que não se tornem tais ac ções como normais, tudo isso que é dado a conhecer ao mundo, cada vez mais cheio de gente inítil, parece estar a constituir aquilo que o ecesso de gente a habitar o espaço terrestre, as más condições de vida que não dão iundicações de melorarem, o desemprego que se instalou e que não há iandicações de que termine tão cedo - se é que isso vai suceder alag uma vez -, essa situação só serve para nos convencer que, se existe uma crise econmómica e financeira, a crise maior será a de os próprios habitantes terrestres que não contribuem para que se meta a mão nas consciências e os Homens aceitem a grande verdade que é de que se necessita urgentemente de reduzir dos 7 mil mil milhões de habitantes para talvez metade, enso essa a única forma de não haver os excedentes que s~´ao a c ausa de todos os conf itos com que nos defrontamos.

É por isso que eu tenho afirmado neste blogue que uma guerra mundial, em que as destruições em massa acxabariam por dar trabalho e obra para refazer e os consumos também se reduziriam substancialmente, isso seria a maneira de o Mundo encontrar, talvez, uma nova razão de satisfazer as suas necessidades.

Bem sei que esta sugestão é violenta. Mas se houver outra melhor que seja apresentada. Eu, por mim não a vislumbE por hoje, completamente destroçado por acompanhar as notoícias que nos chegam da situação na Grã Bretanha e também noutras zonas, não acresento mais nada. Talvez amanhã me surja alguma onda de benevolência.

















































Sem comentários: